domingo, 16 de maio de 2010

O açougueiro

Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.







Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.


Ele pegou o bilhete e leu:


- Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado....


Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.


O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal. O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.


O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta.


Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou bater com a cabeça no vidro várias vezes.


Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou bater no cachorro.


O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:


-“Por Deus do céu,o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!”


A pessoa respondeu:


- “Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!”






Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado.






Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:


Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.


Quem vence os outros é forte.


Quem vence a si mesmo é invencível!!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

segunda-feira, 3 de maio de 2010

A graça de ser só. Padre Fábio de Mello

















Carta do Padre Fábio de Mello










A graça de ser só.


Ando pensando no valor de ser só. Talvez seja por


causa da grande polêmica que envolveu a vida


celibatária nos últimos dias. Interessante como as


pessoas ficam querendo arrumar esposas para os padres.


Lutam, mesmo que não as tenhamos convocado para tal,


para que recebamos o direito de nos casar e constituir


família.






Já presenciei discursos inflamados de pessoas que


acham um absurdo o fato de padre não poder casar.






Eu também fico indignado, mas de outro modo. Fico


indignado quando a sociedade interpreta a vida


celibatária como mera restrição da vida sexual. Fico


indignado quando vejo as pessoas se perderem em


argumentos rasos, limitando uma questão tão complexa


ao contexto do "pode ou não pode".






A sexualidade é apenas um detalhe da questão.


Castidade é muito mais. Castidade é um elemento que


favorece a solidão frutuosa, pois nos coloca diante da


possibilidade de fazer da vida uma experiência de


doação plena. Digo por mim. Eu não poderia ser um


homem casado e levar a vida que levo. Não poderia


privar os meus filhos de minha presença para fazer as


escolhas que faço. O fato de não me casar não me priva


do amor. Eu o descubro de outros modos. Tenho diante


de mim a possibilidade de ser dos que precisam de


minha presença. Na palavra que digo, na música que


canto e no gesto que realizo, o todo de minha condição


humana está colocado. É o que tento viver. É o que


acredito ser o certo.






Nunca encarei o celibato como restrição. Esta opção de


vida não me foi imposta. Ninguém me obrigou ser padre,


e quando escolhi o ser, ninguém me enganou. Eu assumi


livremente todas as possibilidades do meu ministério,


mas também todos os limites. Não há escolhas humanas


que só nos trarão possibilidades. Tudo é tecido a


partir dos avessos e dos direitos. É questão de


maturidade.






Eu não sou um homem solitário, apenas escolhi ser só.


Não vivo lamentando o fato de não me casar. Ao


contrário, sou muito feliz sendo quem eu sou e fazendo


o que faço. Tenho meus limites, minhas lutas


cotidianas para manter a minha fidelidade, mas não


faço desta luta uma experiência de lamento. Já caí


inúmeras vezes ao longo de minha vida. Não tenho medo


das minhas quedas. Elas me humanizaram e me ajudaram a


compreender o significado da misericórdia. Eu não sou


teórico. Vivo na carne a necessidade de estar em Deus


para que minhas esperanças continuem vivas. Eu não sou


por acaso. Sou fruto de um processo histórico que me


faz perceber as pessoas que posso trazer para dentro


do meu coração. Deus me mostra. Ele me indica, por


meio de minha sensibilidade, quais são as pessoas que


poderão oferecer algum risco para minha castidade. Eu


não me refiro somente ao perigo da sexualidade. Eu me


refiro também às pessoas que querem me transformar em


"propriedade privada". Querem depositar sobre mim o


seu universo de carências e necessidades, iludidas de


que eu sou o redentor de suas vidas.






Contra a castidade de um padre se peca de diversas


formas. É preciso pensar sobre isso. Não se trata de


casar ou não. Casamento não resolve os problemas do


mundo.






Nem sempre o casamento acaba com a solidão. Vejo


casais em locais públicos em profundo estado de


solidão. Não trocam palavras, nem olhares. Não


descobriram a beleza dos detalhes que a castidade


sugere. Fizeram sexo demais, mas amaram de menos.


Faltou castidade, encontro frutuoso, amor que não


carece de sexo o tempo todo, porque sobrevive de


outras formas de carinho.






É por isso que eu continuo aqui, lutando pelo direito


de ser só, sem que isso pareça neurose ou imposição


que alguém me fez. Da mesma forma que eu continuo


lutando para que os casais descubram que o casamento


também não é uma imposição. Só se casa aquele que


quer. Por isso perguntamos sempre – É de livre e


espontânea vontade que o fazeis? – É simples. Castos


ou casados, ninguém está livre das obrigações do amor.


a fidelidade é o rosto mais sincero de nossas


predileções.






A graça desça sobre cada um de vocês meus filhos!






Em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo






AMÉM!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

.
A nota é internacional e diz, mais ou menos assim: Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.







Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.






Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.






Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.






Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.






Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.






A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.















A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.






A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto.






Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.






Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço.






Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?






É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?






Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?






Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?






Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.






E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.






Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.






Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.






A canção do vento que passa sibilando pelo tronco oco de uma árvore é grátis.






A criança que corre, espontânea, ao nosso encontro e se pendura em nosso pescoço, não tem preço.






O colar que ela faz, contornando-nos o pescoço com os braços não está à venda em nenhuma joalheria. E o calor que transmite dura o quanto durar a nossa lembrança.






* * *






O ar que respiramos, a brisa que embaraça nossos cabelos, o verde das árvores e o colorido das flores é nos dado por Deus, gratuitamente.






Pensemos nisso e aproveitemos mais tudo que está ao nosso alcance, sem preço, sem patente registrada, sem etiqueta de grife. 27 abr (2 dias atrás) excluir R@F






Usufruamos dos momentos de ternura que os amores nos ofertam, intensamente, entendendo que sempre a manifestação do afeto é única, extraordinária, especial.






Fiquemos mais atentos ao que nos cerca, sejamos gratos pelo que nos é ofertado e sejamos felizes, desde hoje, enquanto o dia nos sorri e o sol despeja luz em nosso coração apaixonado pela vida.






Redação do Momento Espírita, a partir de comentário


de Willian Hazlitt, que circula pela Internet.


Em 22.09.2009.







Arrogância...






Nenhuma arrogância se justifica!...










(por Jordan Augusto)










Arrogância... Seria pouco dizer que é antiga, mal-cheirosa, e que não se encaixa mais nos tempos modernos – em minha forma de ver. Obviamente que, como diz o dicionário, a arrogância, sendo ela sobranceria menosprezadora , altivez que deixa ver o pouco caso que se faz do adversário, ou mesmo insolência, prefiro pensar que é atitude dos que ainda necessitam se auto-afirmar para algo ou alguém. De todas as formas, em tempos de intensas tribulações como os que se apresentam agora, penso que o altruísmo, sobretudo racional, equilibrado, inteligente, e não um altruísmo manipulado, apaixonado, conveniente, estabelece a via que necessitamos para sairmos adiante.






Alguém logo pergunta: “altruísmo inteligente? Ou você ajuda ou não ajuda!” Podemos viajar pelas palavras de Pitágoras que diz: "Ajuda o teu semelhante a levantar a carga, mas não a levá-la." Ou mesmo citar Galileu: "Não se pode ensinar tudo a alguém, pode-se apenas ajudá-lo a encontrar por si mesmo." Qualquer que seja a via que encontremos para este altruísmo – entre aspas – equilibrado, o ponto em questão é: você quer ajudá-lo, ou carregá-lo? Se você dá o peixe ele sempre terá fome, mas se ensiná-lo a pescar um dos problemas estará resolvido. O indivíduo, ainda que agindo em coletividade, diante das dificuldades, das intempéries da vida, sempre se sentirá só e abandonado por si mesmo. O problema é como ele se sente diante de tudo. Foram muitas as vezes em que esperando algo de alguém a ajuda não veio; logo, escuto: “ele não tem obrigação de ajudar! Faça sua parte que ele te ajudará!” Estas palavras, proferidas por um querido amigo psicólogo e filósofo que foi professor da Universidade Católica de Goiás. No entanto, fiquei pensando, sendo ele cético, o queria me dizer com “ele te ajudará”? Tempos depois tirei a dúvida: ele, o destino te ajudará! Mas não o destino como enxergamos, mas a história que escolhemos escrever.






É aí que a arrogância, disfarçada, faz-nos atuar como medíocres, pequenos... Faz-nos esperar sempre dos demais e nunca atuarmos por conta própria. O socorro deve vir primeiro de nós mesmos!






O mestre Padmasambava disse:






“A consciência fresca no presente


Tem uma essência vazia, o Corpo Absoluto;


Uma natureza luminosa, o Corpo de Felicidade,


E um modo de emergência variado, o Corpo de Aparição.






Mesmo meditando, permaneçamos no frescor de quem não medita;


Mesmo olhando, permaneçamos no frescor de quem não olha;


Mesmo nos apegando, permaneçamos no frescor de quem não se apega;


Mesmo nos projetando, permaneçamos no frescor de quem não se projeta;


Mesmo reabsorvendo, permaneçamos no frescor de quem não reabsorve;


Mesmo distraídos, permaneçamos no frescor não distraído;


O que quer que surja, esse frescor que esta em nós.






É um estado claro como o oceano límpido;


Onde felicidade, claridade e ausência de discursividade estão espontaneamente presentes.






Sejam quais forem os pensamentos que surjam, relaxemos no frescor nos apoiando sobre esta consciência do presente, atentos aos movimentos dos pensamentos sem ir ao encontro das recordações nem dos pensamentos futuros; permanecemos assim no curso natural da grande presença espontânea.”


















Referências:






Parte da explicação do mestre - Extrato do livro: "La liberté naturelle de lesprit" Apresentado e traduzido do Tibetano por Philippe Cornu Tradução p/português: Karma Tenpa Dhargye




http://www.bugei.com.br/news/index.asp?id=7510

quarta-feira, 28 de abril de 2010

OS DOIS CAVALOS...

Na estrada de minha casa há um pasto. Dois cavalos vivem lá.






De longe, parecem cavalos como os outros cavalos, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego. Contudo, o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo - um cavalo mais jovem.






Isso já é de se admirar.






Se você ficar observando, ouvirá um sino.


Procurando de onde vem o som, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor. Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.






Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo. E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára para que o outro possa alcançá-lo. E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.






Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.






Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas. Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.






E assim são os bons amigos. Você não precisa vê-los, mas eles estão lá.






Ouça o meu sino. Eu também ouvirei o seu...






(Autor Ignorado)

terça-feira, 20 de abril de 2010

Adote um adulto(Repassando Cris/Orkut)





Adote um adulto e ensine a ele coisas que ele já esqueceu.

Você pode adotar seu pai, mãe, tio, um amigo virtual,

marido, namorado ...

O importante é encontrar alguém que precise ser adotado,

precise voltar a ser criança.



COMO ESCOLHER?

Humm!!! é fácil reconhecer os adultos

que mais precisam ser adotados:

eles costumam ser:

ranzinzas,

mal-humorados e

cheios de coisas para fazer.



São sérios demais, vivem reclamando do que fazem,

não gostam de barulho, de música ou de coisas inesperadas.

Odeiam surpresas e geralmente não gostam de

comer doces ou andar descalços.



Aposto que conhecemos muitos assim ...... ;o) !!!



O QUE FAZER?



Depois que tiver escolhido, chegue perto,

de mansinho e, com muita paciência,

vá ensinando a ele como ser criança outra vez.



Faça um lindo desenho e dê a ele de presente.



Ensine-o a fazer as nuvens crescerem (na imaginação),

aprender a gostar de carinho

(comece com 1, 2, 3 beijinhos, beijo é bom !!),

a acreditar em anjos, dragões

(conte-lhes uma história aonde ele será o herói,

e matará o dragão feroz que existe dentro dele),

a chupar pedrinha de gelo,

a olhar o céu, só por um momento ...



O importante, será não desistir ...

e lembre-se, o que é fácil para nós,

pode ser difícil para eles.

Muitos esqueceram a criança que existe dentro de cada um...


sábado, 17 de abril de 2010

Entre a dor e o nada,o que você prefere?

Por Rosana Braga














Não quero defender as relações falidas e que só fazem mal, nem estou sugerindo que as pessoas insistam em sentimentos que não são correspondidos, em relacionamentos que não são recíprocos, mas quero reafirmar a minha crença sobre o quanto considero válida a coragem de recomeçar, ainda que seja a mesma relação; a coragem de continuar acreditando, sobretudo porque a dor faz parte do amor, da vida, de qualquer processo de crescimento e evolução.






Pelas queixas que tenho ouvido, pelas atitudes que tenho visto, pela quantidade de pessoas depressivas que perambulam ocas pelo mundo, parece que temos escolhido muito mais vezes o “nada” do que a “dor”.






Quando você se perguntar “do que adianta amar, tentar, entregar-se, dar o melhor de mim, se depois vem a dor da separação, do abandono, da ingratidão?”, pense nisso: então você prefere a segurança fria e vazia das relações rasas? Então você prefere a vida sem intensidade, os passos sem a busca, os dias sem um desejo de amor? Você prefere o nada, simplesmente para não doer?






Não quero dizer que a dor seja fácil, mas pelo amor de Deus, que me venha a dor impagável do aprendizado que é viver. Que me venha a dor inevitável à qual as tentativas nos remetem. Que me venha logo, sempre e intensa, a dor do amor...






Prefiro o escuro da noite a nunca ter me extasiado com o brilho da Lua...


Prefiro o frio da chuva a nunca ter sentido o cheiro de terra molhada...


Prefiro o recolhimento cinza e solitário do inverno a nunca ter me sentido inebriada pela magia acolhedora do outono, encantada pela alegria colorida da primavera e seduzida pelo calor provocante do verão


E nesta exata medida, prefiro a tristeza da partida a nunca ter me esparramado num abraço...


Prefiro o amargo sabor do “não” a nunca ter tido coragem de sair da dúvida...


Prefiro o eco ensurdecedor da saudade a nunca ter provado o impacto de um beijo forte e apaixonado... daqueles que recolocam todos os nossos hormônios no lugar!






Prefiro a angústia do erro a nunca ter arriscado...


Prefiro a decepção da ingratidão a nunca ter aberto meu coração...


Prefiro o medo de não ter meu amor correspondido a nunca ter amado ensandecidamente.






Prefiro a certeza desesperadora da morte a nunca ter tido a audácia de viver com toda a minha alma, com todo o meu coração, com tudo o que me for possível...


Enfim, prefiro a dor, mil vezes a dor, do que o nada...






Não há – de fato – algo mais terrível e verdadeiramente doloroso do que a negação de todas as possibilidades que antecedem o “nada”.






E já que a dor é o preço que se paga pela chance espetacular de existir, desejo que você ouse, que você pare de se defender o tempo todo e ame, dê o seu melhor, faça tudo o que estiver ao seu alcance, e quando achar que não dá mais, que não pode mais, respire fundo e comece tudo outra vez...






Porque você pode desistir de um caminho que não seja bom, mas nunca de caminhar...


Pode desistir de uma maneira equivocada de agir, mas nunca de ser você mesmo...


Pode desistir de um jeito falido de se relacionar, mas nunca de abrir seu coração...










Portanto, que venha o silêncio visceral que deixa cicatrizes em meu peito depois das desilusões e dos desencontros... Mas que eu nunca, jamais deixe de acreditar que daqui a pouco, depois de refeita e ainda mais predisposta a acertar, vou viver de novo, vou doer de novo e sobretudo, vou amar mais uma vez... e não somente uma pessoa, mas tudo o que for digno de ser amado!






Rosana Braga


www.rosanabraga.com.br


Reconhecida como uma das maiores especialistas em relacionamentos interpessoais do país, pesquisadora da área há mais de 10 anos, Rosana Braga é conferencista, escritora, jornalista e consultora em relacionamentos. Autora de 5 livros e DVDs de Treinamento, tais como ‘O Poder da Gentileza’, ‘Faça o Amor Valer a Pena’, 'Inteligência Afetiva – 2 volumes', entre outros