.
A nota é internacional e diz, mais ou menos assim: Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.
Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.
Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.
A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.
A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto.
Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço.
Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?
É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?
Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?
Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?
Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.
E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.
Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.
Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.
A canção do vento que passa sibilando pelo tronco oco de uma árvore é grátis.
A criança que corre, espontânea, ao nosso encontro e se pendura em nosso pescoço, não tem preço.
O colar que ela faz, contornando-nos o pescoço com os braços não está à venda em nenhuma joalheria. E o calor que transmite dura o quanto durar a nossa lembrança.
* * *
O ar que respiramos, a brisa que embaraça nossos cabelos, o verde das árvores e o colorido das flores é nos dado por Deus, gratuitamente.
Pensemos nisso e aproveitemos mais tudo que está ao nosso alcance, sem preço, sem patente registrada, sem etiqueta de grife. 27 abr (2 dias atrás) excluir R@F
Usufruamos dos momentos de ternura que os amores nos ofertam, intensamente, entendendo que sempre a manifestação do afeto é única, extraordinária, especial.
Fiquemos mais atentos ao que nos cerca, sejamos gratos pelo que nos é ofertado e sejamos felizes, desde hoje, enquanto o dia nos sorri e o sol despeja luz em nosso coração apaixonado pela vida.
Redação do Momento Espírita, a partir de comentário
de Willian Hazlitt, que circula pela Internet.
Em 22.09.2009.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Arrogância...
Nenhuma arrogância se justifica!...
(por Jordan Augusto)
Arrogância... Seria pouco dizer que é antiga, mal-cheirosa, e que não se encaixa mais nos tempos modernos – em minha forma de ver. Obviamente que, como diz o dicionário, a arrogância, sendo ela sobranceria menosprezadora , altivez que deixa ver o pouco caso que se faz do adversário, ou mesmo insolência, prefiro pensar que é atitude dos que ainda necessitam se auto-afirmar para algo ou alguém. De todas as formas, em tempos de intensas tribulações como os que se apresentam agora, penso que o altruísmo, sobretudo racional, equilibrado, inteligente, e não um altruísmo manipulado, apaixonado, conveniente, estabelece a via que necessitamos para sairmos adiante.
Alguém logo pergunta: “altruísmo inteligente? Ou você ajuda ou não ajuda!” Podemos viajar pelas palavras de Pitágoras que diz: "Ajuda o teu semelhante a levantar a carga, mas não a levá-la." Ou mesmo citar Galileu: "Não se pode ensinar tudo a alguém, pode-se apenas ajudá-lo a encontrar por si mesmo." Qualquer que seja a via que encontremos para este altruísmo – entre aspas – equilibrado, o ponto em questão é: você quer ajudá-lo, ou carregá-lo? Se você dá o peixe ele sempre terá fome, mas se ensiná-lo a pescar um dos problemas estará resolvido. O indivíduo, ainda que agindo em coletividade, diante das dificuldades, das intempéries da vida, sempre se sentirá só e abandonado por si mesmo. O problema é como ele se sente diante de tudo. Foram muitas as vezes em que esperando algo de alguém a ajuda não veio; logo, escuto: “ele não tem obrigação de ajudar! Faça sua parte que ele te ajudará!” Estas palavras, proferidas por um querido amigo psicólogo e filósofo que foi professor da Universidade Católica de Goiás. No entanto, fiquei pensando, sendo ele cético, o queria me dizer com “ele te ajudará”? Tempos depois tirei a dúvida: ele, o destino te ajudará! Mas não o destino como enxergamos, mas a história que escolhemos escrever.
É aí que a arrogância, disfarçada, faz-nos atuar como medíocres, pequenos... Faz-nos esperar sempre dos demais e nunca atuarmos por conta própria. O socorro deve vir primeiro de nós mesmos!
O mestre Padmasambava disse:
“A consciência fresca no presente
Tem uma essência vazia, o Corpo Absoluto;
Uma natureza luminosa, o Corpo de Felicidade,
E um modo de emergência variado, o Corpo de Aparição.
Mesmo meditando, permaneçamos no frescor de quem não medita;
Mesmo olhando, permaneçamos no frescor de quem não olha;
Mesmo nos apegando, permaneçamos no frescor de quem não se apega;
Mesmo nos projetando, permaneçamos no frescor de quem não se projeta;
Mesmo reabsorvendo, permaneçamos no frescor de quem não reabsorve;
Mesmo distraídos, permaneçamos no frescor não distraído;
O que quer que surja, esse frescor que esta em nós.
É um estado claro como o oceano límpido;
Onde felicidade, claridade e ausência de discursividade estão espontaneamente presentes.
Sejam quais forem os pensamentos que surjam, relaxemos no frescor nos apoiando sobre esta consciência do presente, atentos aos movimentos dos pensamentos sem ir ao encontro das recordações nem dos pensamentos futuros; permanecemos assim no curso natural da grande presença espontânea.”
Referências:
Parte da explicação do mestre - Extrato do livro: "La liberté naturelle de lesprit" Apresentado e traduzido do Tibetano por Philippe Cornu Tradução p/português: Karma Tenpa Dhargye
http://www.bugei.com.br/news/index.asp?id=7510
quarta-feira, 28 de abril de 2010
OS DOIS CAVALOS...
Na estrada de minha casa há um pasto. Dois cavalos vivem lá.
De longe, parecem cavalos como os outros cavalos, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego. Contudo, o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo - um cavalo mais jovem.
Isso já é de se admirar.
Se você ficar observando, ouvirá um sino.
Procurando de onde vem o som, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor. Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.
Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo. E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára para que o outro possa alcançá-lo. E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.
Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.
Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas. Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.
E assim são os bons amigos. Você não precisa vê-los, mas eles estão lá.
Ouça o meu sino. Eu também ouvirei o seu...
(Autor Ignorado)
De longe, parecem cavalos como os outros cavalos, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego. Contudo, o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo - um cavalo mais jovem.
Isso já é de se admirar.
Se você ficar observando, ouvirá um sino.
Procurando de onde vem o som, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor. Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.
Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo. E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára para que o outro possa alcançá-lo. E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.
Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.
Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas. Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.
E assim são os bons amigos. Você não precisa vê-los, mas eles estão lá.
Ouça o meu sino. Eu também ouvirei o seu...
(Autor Ignorado)
terça-feira, 20 de abril de 2010
Adote um adulto(Repassando Cris/Orkut)
Adote um adulto e ensine a ele coisas que ele já esqueceu.
Você pode adotar seu pai, mãe, tio, um amigo virtual,
marido, namorado ...
O importante é encontrar alguém que precise ser adotado,
precise voltar a ser criança.
COMO ESCOLHER?
Humm!!! é fácil reconhecer os adultos
que mais precisam ser adotados:
eles costumam ser:
ranzinzas,
mal-humorados e
cheios de coisas para fazer.
São sérios demais, vivem reclamando do que fazem,
não gostam de barulho, de música ou de coisas inesperadas.
Odeiam surpresas e geralmente não gostam de
comer doces ou andar descalços.
Aposto que conhecemos muitos assim ...... ;o) !!!
O QUE FAZER?
Depois que tiver escolhido, chegue perto,
de mansinho e, com muita paciência,
vá ensinando a ele como ser criança outra vez.
Faça um lindo desenho e dê a ele de presente.
Ensine-o a fazer as nuvens crescerem (na imaginação),
aprender a gostar de carinho
(comece com 1, 2, 3 beijinhos, beijo é bom !!),
a acreditar em anjos, dragões
(conte-lhes uma história aonde ele será o herói,
e matará o dragão feroz que existe dentro dele),
a chupar pedrinha de gelo,
a olhar o céu, só por um momento ...
O importante, será não desistir ...
e lembre-se, o que é fácil para nós,
pode ser difícil para eles.
Muitos esqueceram a criança que existe dentro de cada um...
http://agradaveleaosolhosverosol.blogspot.com/2009/12/adote-um-adulto.html (foto retirada deste blog)
sábado, 17 de abril de 2010
Entre a dor e o nada,o que você prefere?
Por Rosana Braga
Não quero defender as relações falidas e que só fazem mal, nem estou sugerindo que as pessoas insistam em sentimentos que não são correspondidos, em relacionamentos que não são recíprocos, mas quero reafirmar a minha crença sobre o quanto considero válida a coragem de recomeçar, ainda que seja a mesma relação; a coragem de continuar acreditando, sobretudo porque a dor faz parte do amor, da vida, de qualquer processo de crescimento e evolução.
Pelas queixas que tenho ouvido, pelas atitudes que tenho visto, pela quantidade de pessoas depressivas que perambulam ocas pelo mundo, parece que temos escolhido muito mais vezes o “nada” do que a “dor”.
Quando você se perguntar “do que adianta amar, tentar, entregar-se, dar o melhor de mim, se depois vem a dor da separação, do abandono, da ingratidão?”, pense nisso: então você prefere a segurança fria e vazia das relações rasas? Então você prefere a vida sem intensidade, os passos sem a busca, os dias sem um desejo de amor? Você prefere o nada, simplesmente para não doer?
Não quero dizer que a dor seja fácil, mas pelo amor de Deus, que me venha a dor impagável do aprendizado que é viver. Que me venha a dor inevitável à qual as tentativas nos remetem. Que me venha logo, sempre e intensa, a dor do amor...
Prefiro o escuro da noite a nunca ter me extasiado com o brilho da Lua...
Prefiro o frio da chuva a nunca ter sentido o cheiro de terra molhada...
Prefiro o recolhimento cinza e solitário do inverno a nunca ter me sentido inebriada pela magia acolhedora do outono, encantada pela alegria colorida da primavera e seduzida pelo calor provocante do verão
E nesta exata medida, prefiro a tristeza da partida a nunca ter me esparramado num abraço...
Prefiro o amargo sabor do “não” a nunca ter tido coragem de sair da dúvida...
Prefiro o eco ensurdecedor da saudade a nunca ter provado o impacto de um beijo forte e apaixonado... daqueles que recolocam todos os nossos hormônios no lugar!
Prefiro a angústia do erro a nunca ter arriscado...
Prefiro a decepção da ingratidão a nunca ter aberto meu coração...
Prefiro o medo de não ter meu amor correspondido a nunca ter amado ensandecidamente.
Prefiro a certeza desesperadora da morte a nunca ter tido a audácia de viver com toda a minha alma, com todo o meu coração, com tudo o que me for possível...
Enfim, prefiro a dor, mil vezes a dor, do que o nada...
Não há – de fato – algo mais terrível e verdadeiramente doloroso do que a negação de todas as possibilidades que antecedem o “nada”.
E já que a dor é o preço que se paga pela chance espetacular de existir, desejo que você ouse, que você pare de se defender o tempo todo e ame, dê o seu melhor, faça tudo o que estiver ao seu alcance, e quando achar que não dá mais, que não pode mais, respire fundo e comece tudo outra vez...
Porque você pode desistir de um caminho que não seja bom, mas nunca de caminhar...
Pode desistir de uma maneira equivocada de agir, mas nunca de ser você mesmo...
Pode desistir de um jeito falido de se relacionar, mas nunca de abrir seu coração...
Portanto, que venha o silêncio visceral que deixa cicatrizes em meu peito depois das desilusões e dos desencontros... Mas que eu nunca, jamais deixe de acreditar que daqui a pouco, depois de refeita e ainda mais predisposta a acertar, vou viver de novo, vou doer de novo e sobretudo, vou amar mais uma vez... e não somente uma pessoa, mas tudo o que for digno de ser amado!
Rosana Braga
www.rosanabraga.com.br
Reconhecida como uma das maiores especialistas em relacionamentos interpessoais do país, pesquisadora da área há mais de 10 anos, Rosana Braga é conferencista, escritora, jornalista e consultora em relacionamentos. Autora de 5 livros e DVDs de Treinamento, tais como ‘O Poder da Gentileza’, ‘Faça o Amor Valer a Pena’, 'Inteligência Afetiva – 2 volumes', entre outros
Não quero defender as relações falidas e que só fazem mal, nem estou sugerindo que as pessoas insistam em sentimentos que não são correspondidos, em relacionamentos que não são recíprocos, mas quero reafirmar a minha crença sobre o quanto considero válida a coragem de recomeçar, ainda que seja a mesma relação; a coragem de continuar acreditando, sobretudo porque a dor faz parte do amor, da vida, de qualquer processo de crescimento e evolução.
Pelas queixas que tenho ouvido, pelas atitudes que tenho visto, pela quantidade de pessoas depressivas que perambulam ocas pelo mundo, parece que temos escolhido muito mais vezes o “nada” do que a “dor”.
Quando você se perguntar “do que adianta amar, tentar, entregar-se, dar o melhor de mim, se depois vem a dor da separação, do abandono, da ingratidão?”, pense nisso: então você prefere a segurança fria e vazia das relações rasas? Então você prefere a vida sem intensidade, os passos sem a busca, os dias sem um desejo de amor? Você prefere o nada, simplesmente para não doer?
Não quero dizer que a dor seja fácil, mas pelo amor de Deus, que me venha a dor impagável do aprendizado que é viver. Que me venha a dor inevitável à qual as tentativas nos remetem. Que me venha logo, sempre e intensa, a dor do amor...
Prefiro o escuro da noite a nunca ter me extasiado com o brilho da Lua...
Prefiro o frio da chuva a nunca ter sentido o cheiro de terra molhada...
Prefiro o recolhimento cinza e solitário do inverno a nunca ter me sentido inebriada pela magia acolhedora do outono, encantada pela alegria colorida da primavera e seduzida pelo calor provocante do verão
E nesta exata medida, prefiro a tristeza da partida a nunca ter me esparramado num abraço...
Prefiro o amargo sabor do “não” a nunca ter tido coragem de sair da dúvida...
Prefiro o eco ensurdecedor da saudade a nunca ter provado o impacto de um beijo forte e apaixonado... daqueles que recolocam todos os nossos hormônios no lugar!
Prefiro a angústia do erro a nunca ter arriscado...
Prefiro a decepção da ingratidão a nunca ter aberto meu coração...
Prefiro o medo de não ter meu amor correspondido a nunca ter amado ensandecidamente.
Prefiro a certeza desesperadora da morte a nunca ter tido a audácia de viver com toda a minha alma, com todo o meu coração, com tudo o que me for possível...
Enfim, prefiro a dor, mil vezes a dor, do que o nada...
Não há – de fato – algo mais terrível e verdadeiramente doloroso do que a negação de todas as possibilidades que antecedem o “nada”.
E já que a dor é o preço que se paga pela chance espetacular de existir, desejo que você ouse, que você pare de se defender o tempo todo e ame, dê o seu melhor, faça tudo o que estiver ao seu alcance, e quando achar que não dá mais, que não pode mais, respire fundo e comece tudo outra vez...
Porque você pode desistir de um caminho que não seja bom, mas nunca de caminhar...
Pode desistir de uma maneira equivocada de agir, mas nunca de ser você mesmo...
Pode desistir de um jeito falido de se relacionar, mas nunca de abrir seu coração...
Portanto, que venha o silêncio visceral que deixa cicatrizes em meu peito depois das desilusões e dos desencontros... Mas que eu nunca, jamais deixe de acreditar que daqui a pouco, depois de refeita e ainda mais predisposta a acertar, vou viver de novo, vou doer de novo e sobretudo, vou amar mais uma vez... e não somente uma pessoa, mas tudo o que for digno de ser amado!
Rosana Braga
www.rosanabraga.com.br
Reconhecida como uma das maiores especialistas em relacionamentos interpessoais do país, pesquisadora da área há mais de 10 anos, Rosana Braga é conferencista, escritora, jornalista e consultora em relacionamentos. Autora de 5 livros e DVDs de Treinamento, tais como ‘O Poder da Gentileza’, ‘Faça o Amor Valer a Pena’, 'Inteligência Afetiva – 2 volumes', entre outros
terça-feira, 13 de abril de 2010
DEIXE AFLORAR TODA SUA DOÇURA
Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente... Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente... Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em nos empenhar para levantar...
Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde! Mas infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser... Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas a simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo!
Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...
E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos... Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado...
Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar... doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos!
Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: ¿você está me machucando... pode parar, por favor!¿. Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...
Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura! Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencíveis...
Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto... Que consigamos docemente viver... sentir, amar...
2007/04/10 enviada por WebMaster
Autoria de Rosana Braga
Mensagens de Reflexão
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente... Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em nos empenhar para levantar...
Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde! Mas infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser... Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas a simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo!
Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...
E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos... Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado...
Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar... doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos!
Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: ¿você está me machucando... pode parar, por favor!¿. Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...
Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura! Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencíveis...
Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto... Que consigamos docemente viver... sentir, amar...
2007/04/10 enviada por WebMaster
Autoria de Rosana Braga
Mensagens de Reflexão
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Garoto de Programa-Anúncio
LEIA ATÉ O FINAL. O prazer oferecido supera o de uma simples transa.
Falo três idiomas diferentes e isso não afeta minha capacidade em entender gestos, estes que correspondem a maior parte de nossa comunicação. Sou alto no comprimento e nas metas que busco. Tenho 84kg mas minha alma é bem leve, o que contradiz com meu corpo grande, reflexo de musculação e treinos de muay thay.
Tenho 23 anos mas vc nunca adivinhará minha idade, pois ajo como criança ao encarar uma vida que insiste em nos tirar do faz-de-conta mas trato com seriedade aquilo que se exige. Brincar com alguém é a única pirralhice que não me permito, do resto, vale tudo por um sorriso.
Tenho braços fortes, cabeça feita e pés no chão, mas não permito que o raciocínio e a lógica tomem conta do meu lado infantil, este que se manifesta nas mais diversas situações.
Sou formado em administração, mas não costumo levar meu cotidiano pra dentro do quarto. Meus conhecimentos em matemática , psicologia e direito ficam atrás da porta, junto com meus pudores e algumas de minhas idéias antiquadas.
Minha postura quanto ao sexo é subjetiva, porém, criativa, assim como meu eterno costume de marcar aquelas que passaram pela minha cama. Prometo ser íntegro, mas não posso prometer ser sempre o mesmo.
Não atendo clientes que sofram de carência crônica, baixa auto-estima e principalmente os arrogantes. Sou tolerante a muitos defeitos, assim como espero tolerância dos meus, mas estes em especial impossibilitam meu tesão em alguém.
Não costumo cobrar por hora mas sim por noite, por dia, por finais de semana, e pelo tempo que costumo gastar pensando nas formas de surpreender. Não existe valor média para cobrança de meus serviços, não uso unidade monetária pra definir meu valor.
As formas de pagamento são acertadas conforme o desejo do cliente, mas particularmente não busco pagamento a vista. Procuro deixar o cliente em débito, afim de sempre surgir uma nova possibilidade de encontro, mesmo que seja apenas para pagamentos de encontros anteriores.
Deixo meu telefone para contato e não respondo a e-mails. O mínimo de humanismo que exijo é a voz, uma vez que a escrita é planejada, dotada de pensamento e capacidade de esconder os defeitos, os gaguejos e os vacilos que nos tornam humanos.
Guilherme – (51) XXXX XXXX
2008/04/03 enviada por Luis Dutra
Autoria de Luis Dutra
Mensagens de Crônicas e Textos
Dando as regras...
“Eu quero um namorado, não um dono.” Uma grande amiga me disse apenas isso como justificativa para o fim do seu namoro de seis meses.
Se doeu, feriu, deu raiva ou alívio, ela não detalhou, mas foi o suficiente pra que eu entendesse que sua liberdade é a maior prioridade num namoro.
Liberdade é um assunto que quando cogitados na atmosfera romântica, se distorce e vira outra coisa, soa como promiscuidade.
Tirar um domingo pra caminhar sozinha é motivo de desconfiança. Sair apenas com as amigas é crime sem direito a fiança. Ao menor sinal, radares com sérios problemas de miopia apontam em sua direção e antes que você chame um advogado ou testemunha, já está sentenciada e cumprindo pena. Não é à toa que muita gente compara relacionamento com prisão. Neste caso, a asfixia é a mesma.
O conceito é este: juntos, quer dizer, fundidos. As opiniões individuais caem fora, e nesta hora um dos dois tem que se anular, adaptar-se às opiniões do outro. Nesse estágio, as vontades não são mais distintas e não compreende mais as duas partes. “Nós” é singular.
A fórmula não costuma variar muito, levam a dois finais mais que previsíveis: Em um deles. a mocinha perde amigos, opinião, liberdade e independência. Ganha um namorado, mas isto não quer dizer que ela tem companhia. Então ela se lamenta e até pensa em acabar, mas lhe falta coragem, e tendo em vista as perdas, se agarra a única coisa que acredita ter.
O outro final é a separação. É um pouquinho de dor, mas paga a vista. Ela vai chorar, mas em pouco tempo, já estará em cena de novo, com direito a par romântico e nova personagem.
Minha amiga quer um namorado, não um dono. Ela quer companhia, não uma presença asfixiante. Ela quer alguém que enxergue ela com todas as cores, e não apenas o cor de rosa. Ela quer um espaço onde ela possa opinar, continuar pagando suas contas. Ela quer manter as mesmas amizades, formar outras tantas. Ela quer, entre tudo isso que falei, alguém que a veja como um ser humano dotado de qualidades e características marcantes, que a aceite inteira e não tenha a menor pretensão de muda-la ou convence-la a isso.
Minha amiga caiu fora a tempo, mas eu sei que muitos e muitas ainda estão desfilando com suas focinheiras, sendo guiados pela insegurança e possessividade. Com rédeas bem curtas, diga-se passagem.
2008/03/13 enviada por Luis Dutra
Autoria de Luis Dutra
Mensagens de Crônicas e Textos
http://www.dejovu.com/mensagens/ver/?28199/Dando+as+regras
Retirado deste site..
Se doeu, feriu, deu raiva ou alívio, ela não detalhou, mas foi o suficiente pra que eu entendesse que sua liberdade é a maior prioridade num namoro.
Liberdade é um assunto que quando cogitados na atmosfera romântica, se distorce e vira outra coisa, soa como promiscuidade.
Tirar um domingo pra caminhar sozinha é motivo de desconfiança. Sair apenas com as amigas é crime sem direito a fiança. Ao menor sinal, radares com sérios problemas de miopia apontam em sua direção e antes que você chame um advogado ou testemunha, já está sentenciada e cumprindo pena. Não é à toa que muita gente compara relacionamento com prisão. Neste caso, a asfixia é a mesma.
O conceito é este: juntos, quer dizer, fundidos. As opiniões individuais caem fora, e nesta hora um dos dois tem que se anular, adaptar-se às opiniões do outro. Nesse estágio, as vontades não são mais distintas e não compreende mais as duas partes. “Nós” é singular.
A fórmula não costuma variar muito, levam a dois finais mais que previsíveis: Em um deles. a mocinha perde amigos, opinião, liberdade e independência. Ganha um namorado, mas isto não quer dizer que ela tem companhia. Então ela se lamenta e até pensa em acabar, mas lhe falta coragem, e tendo em vista as perdas, se agarra a única coisa que acredita ter.
O outro final é a separação. É um pouquinho de dor, mas paga a vista. Ela vai chorar, mas em pouco tempo, já estará em cena de novo, com direito a par romântico e nova personagem.
Minha amiga quer um namorado, não um dono. Ela quer companhia, não uma presença asfixiante. Ela quer alguém que enxergue ela com todas as cores, e não apenas o cor de rosa. Ela quer um espaço onde ela possa opinar, continuar pagando suas contas. Ela quer manter as mesmas amizades, formar outras tantas. Ela quer, entre tudo isso que falei, alguém que a veja como um ser humano dotado de qualidades e características marcantes, que a aceite inteira e não tenha a menor pretensão de muda-la ou convence-la a isso.
Minha amiga caiu fora a tempo, mas eu sei que muitos e muitas ainda estão desfilando com suas focinheiras, sendo guiados pela insegurança e possessividade. Com rédeas bem curtas, diga-se passagem.
2008/03/13 enviada por Luis Dutra
Autoria de Luis Dutra
Mensagens de Crônicas e Textos
http://www.dejovu.com/mensagens/ver/?28199/Dando+as+regras
Retirado deste site..
A Mala de Viagem...
Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.
Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou: 'Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?'
'É estranho', respondeu o viajante, 'mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.' Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor.
Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou: 'Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?'
'Estou contente que me tenha feito essa pergunta', disse o viajante, 'porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.' Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.
Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal. (Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?
Não.
Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado. Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas!
O que são algumas dessas cargas que pesam na mente de um homem e que roubam as suas energias?
a. Pensamentos negativos.
b. Culpar e acusar outras pessoas.
c. Pemitir que impressões tenebrosas descansem na mente.
d. Carregar uma falsa carga de culpa por coisas que não poderiam ter evitado.
e. Auto-piedade.
f. Acreditar que não existe saída.
Todo mundo tem o seu tipo de carga especial, que rouba energia. Quanto mais cedo começarmos a descarregá-la, mais cedo nos sentiremos melhor e caminharemos mais levemente."
Autoria de Vernon Howard
Assinar:
Postagens (Atom)












